Depende do número de dentes e do estado inicial de cada um, por isso não existe um valor único. O orçamento é feito caso a caso — pode pedi-lo pelo WhatsApp, descrevendo o que quer mudar.
A resina é aplicada e esculpida directamente sobre o dente, numa sessão, sem laboratório. A cerâmica é fabricada fora, exige mais sessões e geralmente preparação do dente. A cerâmica dura mais e pigmenta menos; a resina tem investimento inferior, é mais conservadora e repara-se no consultório.
Varia com os hábitos de cada pessoa — higiene, café, tabaco, bruxismo. Os polimentos periódicos fazem parte do tratamento. Qualquer número apresentado como garantia deve ser desconfiado.
Sendo maioritariamente um procedimento sem desgaste, é habitualmente bem tolerado. Havendo necessidade de preparação, recorre-se a anestesia local.
Na maioria dos casos em que não há desgaste do dente, sim. Havendo preparação, a reversibilidade fica limitada.
A resina é mais sensível à pigmentação do que a cerâmica. Café, chá, vinho tinto e tabaco aceleram o processo — o polimento periódico existe para gerir isso.
Depende do que fica visível no sorriso de cada pessoa. Nem sempre é necessário tratar tudo.
Depende do número de dentes. É um trabalho feito com o paciente na cadeira, do início ao fim, e não se acelera sem prejudicar o resultado.
Em alguns casos sim, para que a cor de referência seja a definitiva antes de escolher o tom da resina. É uma das coisas avaliadas antes de começar.
Nem sempre. Alterações de mordida ou apinhamento acentuado tratam-se com ortodontia — a resina resolve desalinhamentos ligeiros, não substitui aparelho.
Trata-se isso primeiro. Aplicar resina sobre um dente ou uma gengiva doente é adiar o problema, não resolvê-lo.
Higiene diária cuidada e polimentos periódicos no consultório. Quem não pretende fazer essa manutenção deve considerar outra solução.
Página informativa. O conteúdo apresentado tem carácter geral e não dispensa observação clínica: qualquer indicação de tratamento depende de avaliação individual.